quarta-feira, 13 de abril de 2011

FMI não deixa cair medidas sobre arrendamento e reabilitação

As alterações previstas pelo governo no PEC IV relativas ao mercado de arrendamento e à reabilitação urbana deverão fazer parte das reformas estruturais que sairão das negociações entre Portugal, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a União Europeia (UE). segundo o jornal de negócios (JdN), o PEC IV, que foi chumbado pelo parlamento, foi preparado em consonância com o que defendiam os técnicos da UE.
O governo chegou a anunciar uma "liberalização do controlo de rendas", bem como a simplificação do processo de despejo e das regras para realização de obras de reabilitação. A primeira medida não teve desenvolvimentos, mas as restantes foram debatidas em Conselho de Ministros, sendo que ficaram em "stand-by" com a queda do governo. Agora, com a formalização do pedido de ajuda externa, devem voltar a ser negociadas, revela o JdN.

quarta-feira, 30 de março de 2011


O último Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação, divulgado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), aponta para um aumento do valor médio de avaliação bancária, realizada no âmbito da concessão de crédito à habitação.
De acordo com o INE, em Fevereiro de 2011 o valor médio de avaliação bancária para o total do País fixou-se em 1.139 euros/m2, um aumento de 6 euros (0,5%) quando comparado com o mês anterior.

sábado, 26 de março de 2011

Documentos necessários para aquisição de casa

Para a venda do seu imóvel vai necessitar da seguinte documentação:

  • Bilhete de Identidade e Cartão de Contribuinte ou Cartão do Cidadão
  • Certidão Predial das Finanças Actualizada
  • Certidão de Teor Actualizada
  • Ficha Técnica de Habitação (imóveis a partir de 2004)
  • Plantas certificadas pela Câmara Municipal
  • Licença de Habitação
  • Direito de Preferência da Câmara Municipal
  • Certificado Energético

sábado, 19 de março de 2011

Arrendamento: Despejo mais rápido



Vai hoje a Conselho de Ministros a proposta do Governo para tornar mais rápido o processo de despejo, sem necessidade de recorrer à justiça.
Os moldes desta nova medida, prevêm que após três meses sem o inquilino pagar a renda, este seja notificado do despejo, tendo 15 dias para desocupar a habitação. Estes processos passam a ser automáticos e começaram a ser orientados por advogados ou solicitadores, não sendo necessário recorrer aos tribunais. Os tribunais só entrarão no processo, caso os inquilinos se recusem a sair da habitação.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Trinta restaurantes disputam o 2.º Concurso de Iguarias e Vinhos do Tejo

Trinta restaurantes do distrito de Santarém e do concelho de Azambuja vão competir entre si na disputa da confecção do melhor menu, composto por entrada, prato principal e sobremesa, que se relacione com os vinhos do Tejo certificados.

O concurso decorre entre 5 e 20 de Março. Trata-se do “2.º Concurso de Iguarias e Vinhos do Tejo” promovido pela Comissão Vitivinícola da Região do Tejo (CVRT), que terá no enólogo Mário Louro o presidente do júri, com o apoio do “Chefe Cozinheiro do Ano 2009”, o riomaiorense Igor Martinho.

O concurso tem como objectivo identificar a restauração ribatejana que melhor enquadra a cozinha tradicional da região com os vinhos do Tejo. Em 2010, ano de arranque do concurso, foram 23 os restaurantes aderentes, número que cresce para 30 na edição de 2011.

“Esta iniciativa gera uma forte e saudável competitividade entre os restaurantes ribatejanos e quem colhe os benefícios deste espírito é a gastronomia e os vinhos da região, assim como o turismo local”, refere José Pinto Gaspar, presidente da CVR Tejo.

A avaliação do “casamento’ entre as iguarias e os vinhos da região será feita entre 14 e 17 de Março. Durante esse período o júri irá visitar os restaurantes a concurso para degustar e avaliar o menu, os vinhos e a sua apresentação.

Os restaurantes serão premiados com diplomas de Prestígio, Ouro e Prata. Serão também entregues diplomas a “Melhor Promoção”, o “Melhor Restaurante”, a “Melhor Carta Vinhos do Tejo” e a “Melhor Carta de Azeites do Ribatejo” e “Vinagres DoTejo”. Os prémios serão divulgados e entregues na ‘II Gala Vinhos do Tejo’, que se realiza a 28 de Maio, em local a designar.


Trinta restaurantes a concurso


O número de restaurantes aderentes ao 2.º Concurso de Iguarias e Vinhos do Tejo subiu em flecha face aos 17 de 2010. Em 2011 estão 30 a concurso e são os seguintes por concelho: Segredos de Vale Manso e Hotel Abrantur (Abrantes); O Mal Cozinhado (Alcanena); David Park e Quinta de Sant’ana (Almeirim); O Cavalo do Sorraia e Portal da Vila (Alpiarça); Oficina dos Sabores (Azambuja); Vila Hotel e A Coudelaria (Benavente); A Cernelha, Cavalaria 7, O Batalhoz, Rosa Alta, Taberna do Alfaiate, Taberna do Gaio (Cartaxo); Adega Típica O Poizo do Bezouro (Chamusca); O Farnel e Sabores de Coruche (Coruche); Capriola – Hotel Lusitano (Golegã); Chocolate em Flor e Palhinhas Gold (Rio Maior); O Escaroupim e O Pinto (Salvaterra de Magos); Adega do Bacalhau, A Grelha, O Bom Garfo e O Bernardo (Santarém); Almourol (Vila Nova da Barquinha); A Lúria (Tomar).

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Banco de Portugal cria código de conduta no crédito à habitação

O Banco de Portugal anunciou recentemente que vai publicar os códigos de conduta onde vão constar as boas práticas a seguir pelas instituições nos diversos mercados bancários a retalho nomeadamente no crédito bancário.
Explicam na sua página oficial que esta medida tem como principal objectivo combater algumas práticas incorrectas que são praticadas pelas instituições de crédito como é o caso da não disponibilização do relatório da avaliação do imóvel  que pode pôr em causa o integral cumprimento dos deveres de transparência e de lealdade a que instituições de crédito estão vinculadas nas relações com os seus clientes.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Os sete erros fatais dos proprietários de imóveis

 

Os erros são dos proprietários de imóveis, mas revelam claramente as razões de ser dos profissionais do sector imobiliário e a sua prestação valiosa no processo de compra e venda de imóveis.
Conheça os erros e transforme-os em argumentos para ser o mediador escolhido.



Erro fatal nº. 1: Preço incorrecto
Qualquer proprietário, quer ganhar tanto dinheiro quanto possível, mas pedir um preço demasiado alto, geralmente custa mais que um preço demasiado baixo.
Uma superavaliação faz com que o imóvel demore mais tempo a ser vendido, logo acarreta mais custos. Quanto mais tempo o imóvel fica à venda, menor é o interesse dos compradores. Finalmente, estes imóveis acabarão por ser vendidos por valores abaixo dos preços de mercado.
Para evitar este erro, o mediador imobiliário tem aqui um papel fundamental, aconselhar o proprietário a aplicar o preço mais adequado ao mercado
Erro fatal nº. 2: Falhar na apresentação do imóvel
Não preparar o imóvel para a visita dos possíveis compradores, não arrumar a casa, não retocar a pintura e o jardim, assusta e afasta os compradores.
O objectivo é ajudar o potencial comprador a imaginar-se com a sua família no novo imóvel a usufruir das suas melhores qualidades.
Um exemplo disso, é o caso dos vendedores de carros usados que só expõem os seus veículos quando estes se encontram devidamente limpos e reparados.
O mediador pode e deve aconselhar o proprietário, sugerindo as melhorias necessárias para que o imóvel revele todo o seu potencial.
Uma solução para este problema, é o Home Staging, que consiste em preparar e embelezar o imóvel para a venda.
Erro fatal nº. 3: Não pedir ajuda a um profissional
Normalmente quando estamos doentes vamos ao médico, quando precisamos de resolver problemas legais, vamos ao advogado. Mas alguns proprietários, quando pretendem vender um imóvel, um dos seus bens mais preciosos, não procuram a ajuda de um profissional. E porque não são profissionais do sector imobiliário, por vezes cometem erros. Não conhecem o mercado nem as burocracias inerentes à venda de imóveis e o resultado nem sempre é o melhor.
O angariador ou mediador, deverá conseguir despertar esta necessidade no seu potencial cliente e mostrar-lhes as inúmeras vantagens de recorrer aos serviços de um profissional do sector imobiliário.
Erro fatal nº. 4: Não pré-seleccionar os compradores
No seguimento do erro anterior, a falta de um mediador no processo de venda de um imóvel, não se sente apenas no processo burocrático.
No processo de venda e para conseguir encontrar um comprador, o proprietário vai aceitar todos os interessados.
Sobre os interessados, o proprietário conhece pouco ou nada,  não sabe quais são as preferências, quanto é que podem gastar, quanto estão dispostos a pagar, se têm capacidades para recorrer ao crédito habitação, ou se em caso de arrendamento, têm garantias para pagar todos os meses.
Perguntas como estas, são essenciais para seleccionar os potenciais compradores e apresentar o imóvel aos interessados que se adequam de facto ao perfil do imóvel, evitando assim que o imóvel se torne um local de procissão.
A selecção de compradores pode ser relativa, mas ninguém melhor e com mais experiência que os mediadores, para este trabalho.
Erro fatal nº. 5: Não conhecer os direitos e obrigações
A legislação imobiliária é extensa e complexa e os contratos de compra e venda são documentos legais. Um contrato mal escrito pode fazer com que a venda não se concretize, ou se atrasem os recebimentos.
Mais uma vez, recorrer a um mediador, é sem dúvida, a escolha mais acertada.
Erro fatal nº. 6: Envolver-se emocionalmente nas negociações
Negociar exige habilidade, treino e experiência. Por vezes o proprietário é mais habilidoso que o comprador, mas geralmente o comprador tem a vantagem de ter uma lista de casas que o interessam pelo preço justo, enquanto que o vendedor só tem uma para oferecer. O envolvimento directo do proprietário provoca emoções que prejudicam a habilidade de negociar e frequentemente acabam em maus acordos, constrangimentos ou perda irremediável do negócio.
Os proprietários que tratam directamente da negociação, geralmente aceitam menores preços por medo de perder o negócio.
Erro fatal nº. 7: Limitação da venda e a exposição da propriedade
As duas únicas ferramentas de venda que o proprietário dispõe são as placas de “VENDE-SE” e anúncios classificados. No entanto estas duas ferramentas podem não ser suficientes. As placas são vistas por pessoas no caminho de casa, na vizinhança. Os anúncios classificados alcançam apenas as pessoas que estão a ler determinada página de determinado jornal naquele dia. Sobra a hipótese dos classificados online é certo, mas será que chega?
O mediador imobiliário tem os recursos para todos estes inconvenientes. Tem uma carteira de clientes com potencial interesse, tem uma gama de actividades de vendas adaptadas a cada caso, atende o telefone no horário laboral e está disponível ou tem mais facilidade em fazer uma visita durante o horário laboral e até ao fim-de-semana.
A venda de uma casa pode ser a transação financeira mais importante na vida de uma pessoa. O trabalho do mediador pode fazer desta transação, uma experiência satisfatória e rentável.
Conhecendo os erros dos proprietários, mostre-lhes que os seus serviços são a opção mais vantajosa, menos problemática e mais rentável.